Pronta para dar o primeiro passo na sua jornada?
Agende uma conversa inicial sem compromisso. Vamos juntas encontrar o caminho para uma maternidade mais leve e consciente.
Antes de se tornar mãe, a mulher vive centrada em sua própria identidade, nos seus desejos e nas suas escolhas. Ao iniciar a maternidade, ela se vê atravessada por uma realidade que dificilmente se alinha aos discursos romantizados que associam a experiência à plenitude e à felicidade absoluta.
Nesse desencontro, surge uma sensação difícil de nomear: a perda de si.
O desaparecimento simbólico
Perde-se liberdade, autonomia, o próprio corpo como espaço de desejo e, às vezes, até a própria subjetividade. Na experiência psíquica, esse apagamento acontece de forma silenciosa. Muitas mulheres sequer percebem que estão desaparecendo simbolicamente, pois, imersas nas demandas da maternidade, desconectam-se de seus próprios desejos, necessidades e histórias.
O centro psíquico: para onde vai a sua energia?
Grande parte da energia psíquica, que antes circulava por vínculos afetivos, pelo corpo ou pela carreira, passa a ser quase integralmente direcionada ao bebê. Ele se torna o centro psíquico da mãe.
Esse movimento, embora natural e necessário nos primeiros meses, carrega o risco de fazer a mulher se perder de si mesma, principalmente quando não há espaço para reflexão, acolhimento ou suporte externo.
Reconhecer para se reencontrar
Reconhecer esse processo é o passo essencial para que a maternidade seja vivida de forma mais consciente e humana. É o que permite que o cuidado com o bebê possa, finalmente, conviver com o cuidado consigo mesma.
Agora, uma reflexão para você: Que partes de você ainda esperam para ser lembradas e cuidadas neste período?
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