Pronta para dar o primeiro passo na sua jornada?
Agende uma conversa inicial sem compromisso. Vamos juntas encontrar o caminho para uma maternidade mais leve e consciente.
No puerpério, muitas mulheres se sentem distantes de si mesmas. Com a chegada do bebê, grande parte da energia da mãe naturalmente se volta para ele. O corpo e a subjetividade podem ficar em segundo plano, e é fácil se perder nesse movimento. É nesse espaço, entre a entrega ao bebê e a própria rotina, que surgem dores, angústias e sentimentos que antes estavam adormecidos.
Por que isso acontece? A doação e o discurso social
É comum sentir solidão, frustração ou desconexão de quem se era antes. Muitos discursos sociais reforçam essa ideia de que a mãe deve sempre se doar, se anular e colocar o outro em primeiro lugar. Esse ideal de abnegação total muitas vezes sufoca as demandas internas da mulher, gerando um sentimento de apagamento.
O primeiro passo: a força de se acolher
Mas, mesmo nesse momento intenso e muitas vezes avassalador, existe a possibilidade de se reconectar consigo mesma. Reconhecer esses sentimentos e acolher suas próprias fragilidades, não é fraqueza, pelo contrário, é um passo essencial para que a maternidade seja vivida de forma mais consciente, sem apagar o cuidado consigo mesma. É preciso ouvir o próprio corpo, reconhecer desejos e limites.
O reencontro é um caminho, não um destino
Cada mulher tem seu tempo, seu ritmo e seu modo de atravessar essa experiência. E é justamente quando ela se permite esse tempo, sem pressa, sem cobranças, que começa, pouco a pouco, a reencontrar sua vida, seus desejos e a própria essência.
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